Ex.mos Senhores (as)

Na sequência do envio da mensagem abaixo, solicito uma vez mais, as vossas contribuições para o Plano de Acção do IC para 2007, com urgência possivel.


Melhores cumprimentos

Paulo Medina


Ex.mos Senhores(as)

O Instituto das Comunidades, foi criado pela resolução do Conselho de Ministro nº64/2001, de 3 de Setembro. É um serviço personalizado do Estado, encarregue de promover e executar a política governamental relacionada com as comunidades caboverdianas no exterior. Trata-se de uma pessoa colectiva de direito público, dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, que funciona sob a orientação do Ministério dos Negócios Estrangeiros Cooperação e comunidades.

O IC fez já 5 anos, desde a sua criação e conseguiu já alguma projecção, nomeadamente nas comunidades carenciadas em África. Mais difícil é a sua visibilidade, tanto na Europa como na América. Com sede na Praia, e sem delegações no exterior a sua nova abordagem em matéria de politica de emigração, num "olhar para fora" é um desafio permanente à nossa criatividade, não obstando os meios bastantes escassos.

O sucesso dos nosso trabalho, depende da implementação de uma agenda comum para as comunidades, agenda que terá de ser elaborada em estreita sintonia com as Embaixadas, Consulados e Associações. Sendo certo, poder haver especificidade locais, no entanto, nos eixos prioritários de intervenção, junto das comunidades, teremos de estar em sintonia perfeita com clara definição dos papeis e responsabilidades de cada um, cá e na diáspora.

O IC definiu alguns eixos de intervenção que nos parecem ser transversais em toda a diáspora, como sejam, o incremento da informação, o reforço e capacitação do movimento associativo, a integração dos jovens descendentes, a actuação juntos das comunidades carenciadas, etc, etc. Estamos em crer que estes eixos estruturantes , possam não ter estas sequencia de prioridades em todas as comunidades e que poderá haver outras importantes. Podemos até admitir que o IC seja mais necessário numas comunidades do que noutras.

O discurso recorrente da falta de meios, quanto a nós, não é razão bastante para a ausência de uma agenda comum com a noção clara do que devemos ou deveríamos ter feito. Aliás a procura de parceiros para os apoios necessários, pressupõe a construção de um quadro de referencia para a actuação junto das comunidades, neste ou naquele país.

Assim sendo, solicito a Vs. Excias o vosso contributo, para o Plano de Acção para 2007, através de construção de um agenda para as comunidades. Para facilitar o dialogo com os pontos focais no IC das diversas comunidades, solicitamos igualmente os nomes e as coordenadas dos responsáveis para as comunidades.

Com os melhores cumprimentos

Álvaro Apolo

V o l t a r